Os números não mentem, as meninas têm vacilado mais e na hora H não usam camisinha entrando na maior furada: correm sério risco de pegar uma DST, inclusive o HIV - vírus da Aids!
O Ministério da Saúde já publicou que dos 13 aos 19 anos já são mais meninas infectadas pelo HIV do que meninos, a tal da vulnerabilidade de gênero pesa né?
Não vamos cair nessa, usando a camisinha sempre, todo mundo ganha né?
Assista o vídeo da Campanha e comente!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Quando as palavras são desnecessárias!
Muitas vezes as palavras são desnecessárias para transmitir uma mensagem. Olha só o que acontece quando a camisinha é deixada de lado... Todo mundo caí fora! Veja o lado positivo dessa campanha, quando vc é consciente e se protege suas chances de se dar bem aumentam! No final a mensagem é "Protejam-se!"
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Beijo passa Aids?
Parece que não mas ainda existe muita dúvida a respeito dessa questão e quem não participou da nossa Campanha de Prevenção em Ação não teve a orientação do porque o beijo - A SALIVA - não contaminam com o HIV. Para deixar todo mundo por dentro e acabar com esse preconceito seguem as informações veiculadas pelo Ministério da Saúde:
1. As reações contrárias ao beijo da campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids 2009, mesmo que isoladas, indicam que ainda há um grande caminho para se percorrer sobre o tema do preconceito e da discriminação contra as pessoas soropositivas. Informações incorretas como a de que o beijo transmite o HIV só colaboram para aumentar o estigma que cerca a doença e para negar a essas pessoas o convívio social pleno.
2. Ao contrário do que alguns veículos de comunicação noticiaram desde o lançamento da campanha, beijo na boca não transmite o vírus da aids. Líquidos corporais, tais como suor, lágrima e saliva concentram apenas anticorpos contra o HIV e partículas virais não infectantes (fragmentos de proteínas virais).
3. As formas de transmissão do HIV, cientificamente comprovadas até o momento, são por meio do contato direto com fluidos genitais masculinos e femininos (sexo vaginal, anal ou oral desprotegidos), pelo sangue (transfusão de sangue não testado e pelo compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas) e pelo aleitamento materno quando a mãe vive com o HIV.
5. Não existe nenhum caso descrito na literatura científica em todo o mundo que comprovadamente tenha demonstrado que o beijo transmitiu o HIV.
6. Nesse sentido, as campanhas e ações de prevenção da transmissão do vírus devem ser direcionadas para as reais exposições de risco. Qualquer mensagem que reforce o preconceito contra soropositivos deve ser desmistificada.
7. Foi com base nessas evidências científicas que o Ministério da Saúde optou por usar o beijo como símbolo da aceitação, do acolhimento e da proximidade, perfeitamente possíveis entre casais sorodiscordantes – quando só um dos parceiros é soropositivo.
1. As reações contrárias ao beijo da campanha do Dia Mundial de Luta contra a Aids 2009, mesmo que isoladas, indicam que ainda há um grande caminho para se percorrer sobre o tema do preconceito e da discriminação contra as pessoas soropositivas. Informações incorretas como a de que o beijo transmite o HIV só colaboram para aumentar o estigma que cerca a doença e para negar a essas pessoas o convívio social pleno.
2. Ao contrário do que alguns veículos de comunicação noticiaram desde o lançamento da campanha, beijo na boca não transmite o vírus da aids. Líquidos corporais, tais como suor, lágrima e saliva concentram apenas anticorpos contra o HIV e partículas virais não infectantes (fragmentos de proteínas virais).
3. As formas de transmissão do HIV, cientificamente comprovadas até o momento, são por meio do contato direto com fluidos genitais masculinos e femininos (sexo vaginal, anal ou oral desprotegidos), pelo sangue (transfusão de sangue não testado e pelo compartilhamento de seringas e agulhas contaminadas) e pelo aleitamento materno quando a mãe vive com o HIV.
5. Não existe nenhum caso descrito na literatura científica em todo o mundo que comprovadamente tenha demonstrado que o beijo transmitiu o HIV.
6. Nesse sentido, as campanhas e ações de prevenção da transmissão do vírus devem ser direcionadas para as reais exposições de risco. Qualquer mensagem que reforce o preconceito contra soropositivos deve ser desmistificada.
7. Foi com base nessas evidências científicas que o Ministério da Saúde optou por usar o beijo como símbolo da aceitação, do acolhimento e da proximidade, perfeitamente possíveis entre casais sorodiscordantes – quando só um dos parceiros é soropositivo.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Novidades 2010
ALUNOS DE ALAGOAS TERÃO AULA "OBRIGATÓRIA" DE EDUCAÇÃO SEXUAL EM 2010
Carlos Madeiro
Especial para o UOL Educação
Em Maceió
Especial para o UOL Educação
Em Maceió
As aulas de ciências na rede estadual alagoana não serão mais as mesmas. Em março, garotas e garotos do 6º ao 9º anos vão aprender e perguntar sobre sexo dentro da sala de aula, durante as aulas da disciplina. O Estado de Alagoas se tornou o piloto de um projeto que inclui a educação sexual no currículo. Segundo o governo estadual, 83.427 estudantes serão beneficiados.
A inclusão do tema sexo agradou os estudantes. "Acho que vai ser interessante. Só quem conversa comigo sobre isso são minhas amigas, mais ninguém", conta a aluna do 7º ano de uma escola em Maceió, Eliane Siqueira, de 12 anos. Ela afirma que os pais nunca conversaram sobre sexo com ela.
O jovem Eduardo Lins, de 13 anos, também acredita que a iniciativa vai trazer conhecimentos importantes para a vida dele. "É bom, principalmente porque será dito às meninas também. Aí elas vão saber que não tem nada de errado em namorar", comemora o aluno do 7º ano que garante já ter ficado com colegas de classe.
"Vamos ensinar os conceitos mínimos da orientação sexual, como os papéis de meninos e meninas dentro desse processo. Esperamos que, com as aulas, eles tenham noção do corpo e de prevenção e assim entrem no ensino médio com índices de gravidez e DST [doenças sexualmente transmissíveis] bem menores dos que são registrados hoje aqui no Estado", afirma Maria Helena Vilela, do Instituto Kaplan.
A inclusão do tema sexo agradou os estudantes. "Acho que vai ser interessante. Só quem conversa comigo sobre isso são minhas amigas, mais ninguém", conta a aluna do 7º ano de uma escola em Maceió, Eliane Siqueira, de 12 anos. Ela afirma que os pais nunca conversaram sobre sexo com ela.
O jovem Eduardo Lins, de 13 anos, também acredita que a iniciativa vai trazer conhecimentos importantes para a vida dele. "É bom, principalmente porque será dito às meninas também. Aí elas vão saber que não tem nada de errado em namorar", comemora o aluno do 7º ano que garante já ter ficado com colegas de classe.
"Vamos ensinar os conceitos mínimos da orientação sexual, como os papéis de meninos e meninas dentro desse processo. Esperamos que, com as aulas, eles tenham noção do corpo e de prevenção e assim entrem no ensino médio com índices de gravidez e DST [doenças sexualmente transmissíveis] bem menores dos que são registrados hoje aqui no Estado", afirma Maria Helena Vilela, do Instituto Kaplan.
Evitar a gravidez na adolescência é um dos objetivos da iniciativa |
Projeto "Quebra Tabu"
O projeto "Quebra Tabu" é desenvolvido pelo Estado em parceria com Instituto Kaplan, que disponibiliza os técnicos para capacitação. Já a Secretaria de Estado da Educação indica os professores e paga as despesas dos profissionais como hospedagem, alimentação e transporte.
A princípio, 60 escolas começaram a implantação do processo, com a fase de capacitação dos professores e coordenadores pedagógicos. Até março, os alunos já devem receber as primeiras aulas.
Maria Helena Vilela afirma que o projeto tem como diferencial a inclusão do tema sexo diretamente no currículo da disciplina. "Não será uma coisa à parte, como normalmente é feito. Os professores de ciências ficarão responsáveis por ministrar o tema durante o curso normal da disciplina", diz.
Segundo Vilela, a ideia é abordar o assunto sob três vertentes: o corpo, a relação de gênero e a prevenção. Cada escola vai receber materiais lúdicos e educativos para ajudar no aprendizado.
A princípio, 60 escolas começaram a implantação do processo, com a fase de capacitação dos professores e coordenadores pedagógicos. Até março, os alunos já devem receber as primeiras aulas.
Maria Helena Vilela afirma que o projeto tem como diferencial a inclusão do tema sexo diretamente no currículo da disciplina. "Não será uma coisa à parte, como normalmente é feito. Os professores de ciências ficarão responsáveis por ministrar o tema durante o curso normal da disciplina", diz.
Segundo Vilela, a ideia é abordar o assunto sob três vertentes: o corpo, a relação de gênero e a prevenção. Cada escola vai receber materiais lúdicos e educativos para ajudar no aprendizado.
Temas
Para cada ano, as aulas terão focos diferentes. No 6º ano, por exemplo, a puberdade será o assunto principal. "A gente trabalha aí a mudança do corpo. Os professores devem abordar também o que se espera de meninos e meninas nessa relação, e sobre a higiene dos órgãos sexuais. É preciso, antes de qualquer coisa, que eles tenham gosto em se cuidar", ressalta.
No 7º ano será a vez de falar sobre a reprodução humana. "Na questão corpo, abordamos a função dos órgãos reprodutivos e explicamos que são os espermatozóides, nos meninos, e a menstruação, nas meninas. Nessa época eles iniciam um período de diversão com o corpo, mas é preciso responsabilidade", afirma Vilela.
Com a chegada da adolescência, a relação sexual é o foco do 8º ano. "Orientamos sobre a decisão da primeira vez, o comportamento do corpo nesse momento, já que a primeira relação sexual pode doer, sangrar, o menino pode saber se ela é virgem. Têm também os componentes que ajudam e dificultam a relação, além de trabalhar os métodos contraceptivos, porque eles não transam para reproduzir, mas sim para se divertir", diz.
Por fim, no 9º ano, é a hora de prevenir as doenças e gravidez na adolescência. "E aí entra a negociação do uso da camisinha. Abordamos desde a importância da prevenção até a sua correta da colocação", complementa Vilela.
No 7º ano será a vez de falar sobre a reprodução humana. "Na questão corpo, abordamos a função dos órgãos reprodutivos e explicamos que são os espermatozóides, nos meninos, e a menstruação, nas meninas. Nessa época eles iniciam um período de diversão com o corpo, mas é preciso responsabilidade", afirma Vilela.
Com a chegada da adolescência, a relação sexual é o foco do 8º ano. "Orientamos sobre a decisão da primeira vez, o comportamento do corpo nesse momento, já que a primeira relação sexual pode doer, sangrar, o menino pode saber se ela é virgem. Têm também os componentes que ajudam e dificultam a relação, além de trabalhar os métodos contraceptivos, porque eles não transam para reproduzir, mas sim para se divertir", diz.
Por fim, no 9º ano, é a hora de prevenir as doenças e gravidez na adolescência. "E aí entra a negociação do uso da camisinha. Abordamos desde a importância da prevenção até a sua correta da colocação", complementa Vilela.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Sufocos!
Todo mundo passa por alguma situação de sufoco na vida sexual, principalmente quando não tem muita informação e acaba achando que sabe! Veja nossa amiga que escreveu um depoimento email abaixo:
Preciso contar: “Eu já” passei por um sufoco danado na primeira vez em que vivi a situação de que o preservativo havia escapado, na verdade foram vários sufocos por causa dessa mancada!!! Nossa, fiquei super assustada!!! Quis colocar a roupa rapidinho e ir comprar o tal comprimido, não podia deixar pra depois. Mas qual? Quando tomar? E pensam que foi só isso?? Não!!! E a vergonha??? Eu é que não ia entrar na farmácia!!! Não tive dúvidas! Ele entrou e comprou!!! Ok. Tomei. Que legal, tomo e desce. Ufa!!! Mais um engano! Não desce de imediato não, e sim no ciclo normal. Gente, tive que esperar o mês seguinte. Que ansiedade! Pois até lá, não sabia se a pílula do dia seguinte tinha feito efeito ou não! Até que: surpresa! Desceu! Que alegria! Nunca fiquei tão feliz com a chegada do nosso amigo CHICO!
Que vacilo não? Vamos dar umas dicas aqui pra ela: primeiro na colocação da camisinha, preste atenção se o preservativo ficou ajustado ao pênis e se desenrolou até a base (com esses cuidados fica mais difícil da camisinha escapar durante a penetração), segundo no uso da pílula do dia seguinte foi correto numa situação de EMERGÊNCIA em que a camisinha falhou – sabendo disso porquê a vergonha de comprar? Mulheres e homens têm os mesmos direitos sexuais, um deles – ESCOLHA REPRODUTIVA – direito de decidir ter ou não ter filhos, o número e o tempo entre cada um, e o direito de acesso aos métodos de regulação da fertilidade, sabendo disso encare o preconceito e cuide da sua saúde! E a última dica é sobre como funciona a pilula do dia seguinte eu vou deixar para o próximo post, que ela merece mais explicação. Até!
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Quem foi...
Para fechar o ano, vamos agradecer a todos que participaram da primeira Semana Prevenção em Ação no Catavento Cultural com a gente:
Casa da Solidariedade I e II
Associação Caritativa Parque Taboão
Unibes
Fundação Julita
Casa José Coltro
Lar Tia Edna
Centro dos Trabalhadores Cristãos de Vila Prudente: Projeto Construindo o Futuro
ASAM - Centro de Apoio ao Jovem
Naia
Uninove
Associação das Senhoras Evangélicas
Programa Educar
Creca Santana
MAESP
Fundação Bradesco
Centro Social Padre Cícero Romão
NSE Parque Araribá
Aldeia do Futuro
ESPRO - Abrindo Caminhos para o futuro
Gotas de flor com amor
Programa Escola da Família - Sul 3: EE Calhim Manoel Abud; EE Vicentina Aparecida Tamborino; EE Giulio David Leone; EE Parque Novo; EE Irmã Charlita
Graças a vocês conseguimos sensibilizar 975 participantes de um jeitinho lúdico e informativo que só o Instituto Kaplan tem para vocês! Um obrigado à Abbott e ao Catavento por apostarem nessa proposta. E ficam as fotos para vcs lembrarem:
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Primeira
Esses dias, depois de uma sessão lá no catavento, uma menina me abordou, querendo conversar em particular sobre um assunto que, cedo ou tarde, preocupa todo adolescente: a primeira vez.
Me chamou atenção a sua pergunta, direta e reta: "você pode me dizer se já estou pronta pra transar?" fiquei meio sem graça, porque realmente não esperava que fosse esta a sua dúvida, e retruquei que ninguém, nem pai nem mãe, nem amigos, nem professor, ninguém mesmo pode respondar essa pergunta além dela, ou melhor, além de vocês, que estão, cada uma a sua maneira, vivendo sua própria história, e devem tomar essa decisão de acordo com seus valores e autoconhecimento.
Ela me perguntou, então, como saber se está pronta pra viver a primeira transa. ora, isso já respondi: não se sabe, até que se saiba, assim, meio confuso mesmo. mas tem umas coisinhas que podem nos ajudar a saber...
A gente ouve muito sobre a perda da virgindade associada à penetração vaginal, até porque isso é o que a maior parte das pessoas entende por sexo, só que sexo vai além da penetração: as carícias, os amassos, as pegadas, a masturbação, o sexo oral também são práticas sexuais, que são as preliminares. elas são fundamentais para que o casal possa se conhecer melhor, enquanto não resolve ter a primeira vez, e, quando finalmente decidirem perder a virgindade, vão descobrir o quanto as preliminares são importantes como um aquecimento anterior à penetração, deixando ambos mais relaxados e com maiores chances desse momento ser prazeiroso - até porque, vamos combinar, todo mundo fica nervoso na sua primeira vez, e isso não vale apenas pro sexo não, vale pra tudo aquilo que ainda não temos experiência ou desconhecemos.
Além disso, é importante respeitarmos as nossas decisões e fazermos respeitar essas mesmas decisões pelo outro, ou seja, nada de "decidir" transar porque o namorado pressionou ou porque todas as amigas já transaram - isso vale, claro, aos meninos também.
E lembrem-se: o que não pode nunca faltar é o uso de preservativo, impressindível na primeira e na enésima vez que se transa, inclusive para as brincadeiras gostosas que são as preliminares, ou seja, camisinha também no sexo oral e anal, viu gente! (Jú Cambaúva)
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